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Encosto de cabeça do carro protege após impacto

Item pode evitar danos sérios à coluna do motorista ou passageiro em caso de acidentes

2 minutos, 0 segundos de leitura

01/02/2022

motorista fazendo o sinal de positivo

O chamado “efeito chicote” no carro acontece quando o corpo, após um impacto, é projetado para frente e, em seguida, jogado fortemente para trás, contra o banco. Nesse momento, o encosto de cabeça é fundamental. Ele protege o motorista ou passageiro de uma lesão. 

Mas para cumprir sua função, o encosto de cabeça deve ser regulado corretamente. “Esse hábito deveria ser tão comum quanto colocar o cinto de segurança ao entrar no carro”, afirma Jairo de Lima Souza, professor de engenharia mecânica automobilística do Centro Universitário FEI.

Entretanto, a obrigatoriedade do encosto de cabeça no banco traseiro dos carros entrou em vigor apenas em 1999. E só vale para automóveis fabricados no País depois dessa data, de acordo com a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). 

Como ajustar o encosto de cabeça corretamente

Nem sempre o encosto de cabeça é lembrado quando se fala em segurança, mas ele é capaz de prevenir lesões sérias em acidentes. “O uso correto é tão importante quanto o cinto de segurança e sua serventia, ainda maior numa colisão traseira”, ressalta Souza. “Não se trata meramente de um acessório de conforto.”

O primeiro item de segurança segura o corpo das pessoas, mas não o pescoço e a cabeça. Dessa forma, a coluna cervical pode se projetar rapidamente para frente e para trás. É nesse momento que o encosto entra em ação. 

“Ele deve ser ajustado por todos no carro para que o seu centro fique na linha da altura dos olhos”, explica Souza. “Não deve ficar afastado da cabeça, para atuar com mais eficiência em um eventual acidente”. Mas, em caso de dúvida, é sempre recomendável consultar o manual do proprietário. 

Encosto de cabeça serve para quebrar o vidro?

Há quem diga que o encosto de cabeça tem uma funcionalidade extra. Por ser facilmente retirado e ter as pontas de suas hastes pontiagudas, serviria para quebrar os vidros em situações de emergência

Os especialistas, porém, dizem que não existem evidências de que os vidros são mais vulneráveis na parte de dentro. “Nenhuma montadora confirma que o encosto de cabeça de seus veículos tenha essa utilidade”, completa Souza.

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