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Meios de transporte

Renault lança empresa para facilitar recarga de elétricos e híbridos

Em atividade na Europa, a Elexent trabalha por meio de parcerias locais, entre elas com a Solstyce, empresa que é referência em mobilidade elétrica

Daniela Saragiotto

23/07/2020 - 3 minutos, 29 segundos


Renault-Elexent
Eletromobilidade: um tendência muito forte na Europa. Foto: Divulgação Renault

O Grupo Renault, pioneiro e líder em veículos elétricos na Europa, acaba de anunciar a criação da Elexent, empresa que vai para facilitar recarga de elétricos e híbridos. Ela oferece soluções para simplificação e otimização de infraestruturas de recarga para frotas elétricas e híbridas recarregáveis.

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“Depois dos custos e da autonomia dos veículos, a Elexent está derrubando outra grande barreira à eletrificação das frotas: a recarga. Ao facilitar os projetos de recarga para as empresas, o Grupo Renault está reforçando sua estratégia para acompanhar os profissionais em sua transição energética e democratizar a mobilidade elétrica”, afirma Gilles Normand, diretor de veículos elétricos e serviços de mobilidades do Grupo Renault.

Transição energética

De acordo com a Renault, a Elexent atua simplificando e acelerando projetos de recarga dos clientes corporativos, auxiliando companhias a concretizar ou desenvolver seus projetos de frotas de veículos elétricos, fornecendo soluções de recarga prontas para o uso.

A empresa atua em todas as etapas dos projetos de infraestruturas de recarga, em fases como consultoria, projeto, instalação e operacionalização dos terminais, integrando estratégias de otimização energética e fazendo a integração de energias renováveis. A Elexent é reconhecida por atuar na transição energética de seus clientes.

As soluções oferecidas pela Elexent são compatíveis com todos os tipos e marcas de veículos elétricos – duas rodas, veículos leves, utilitários ou pesados, equipamentos especiais, entre outros, além de atender a empresas de todos os tamanhos e segmentos.

De acordo com a Renault, até o final deste ano, a nova empresa irá atuar em seis mercados: França, Alemanha, Reino Unido, Suíça, Áustria e Holanda.

Renault revela o carro-conceito elétrico Morphoz

A Renault revelou, no final de abril, seu carro-conceito Morphoz, veículo que apresenta a visão da montadora para a mobilidade elétrica pessoal e compartilhável a partir de 2025.

Ele foi criado com base em uma plataforma modular elétrica (CMF-EV da Aliança) para oferecer várias configurações de potência, capacidade e autonomia, além de experiência a bordo e volume do porta-malas.

Morphoz deve estar nas ruas em 2025. Foto: Divulgação Renault

Graças aos seus sensores, o conceito Renault Morphoz acende as luzes para mostrar que detectou a aproximação e reconheceu o condutor que assumirá o controle ao volante. Basta um gesto com a mão para destravar o veículo e abrir suas portas.

“O Morphoz prefigura nossos próximos veículos elétricos de alta performance. Sua plataforma modular otimiza sua eficiência energética, enquanto a maior distância entre eixos, o assoalho plano e a posição das rodas permitem uma habitabilidade muito maior”, diz Gilles Normand, diretor da Divisão de Veículos Elétricos e Serviços de Mobilidade do Grupo Renault.

Ficção cientítica

O carro-conceito conta com um volante futurista, cuja tela de 10,2 polegadas ao centro apresenta as principais informações de condução e de segurança.

Atrás do volante localiza-se um painel de bordo envolvente, batizado de Livingscreen, com uma tela multimídia e um painel de instrumentos bem pouco convencional: a um comando do condutor, as telas desaparecem ou o painel de bordo se abre por meio de uma tecnologia cinética de ponta.

O conceito Renault Morphoz permite a condução autônoma de nível 3, também chamada de eyes-off/hands-off, permitindo que o condutor solte as mãos do volante para delegar a condução ao veículo em determinadas situações específicas, nas faixas de rodagem permitidas, em autoestradas ou congestionamentos em via expressa.

Isso pode ocorrer em caso de mau tempo ou ausência de marcação das pistas, por exemplo, o que impediria a visibilidade pelos sensores. É por isso que o volante do veículo permanece no mesmo lugar, mesmo quando a grande tela do painel de instrumentos fica recolhida no painel. Entretanto, o condutor precisa ter condições de reassumir o controle rapidamente, caso seja alertado pelo sistema.

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