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Conteúdo original Jornal do Carro

Inovação

BMW M 1000 RR é primeira moto da divisão M da marca alemã

Modelo baseado na S 1000 RR tem motor e aerodinâmica revisada pela divisão Motorsport; potência máxima chega a 212 cv

José Leme

28/09/2020 - 2 minutos, 11 segundos


Nova versão da superesportiva é mais leve e potente do que a atual S 1000 RR; Foto: Divulgação/BMW

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A BMW não sabe mais o que fazer e resolveu inventar um pouco mais. A empresa revelou a M 1000 RR, primeira moto da divisão Motorsport, responsável por fazer os produtos preparados da companhia. Como o nome pode antecipar, a BMW M 1000 RR é baseada na superesportiva S 1000 RR.

As mudanças são intensas, é preciso afirmar, a começar pelo motor. O quatro-cilindros em linha recebeu novos pistões, câmaras de combustão modificadas e bielas de titânio. Além disso, a taxa de compressão do motor subiu para 13:5, os balanceiros são mais leves, o sistema de escape é todo de titânio e a admissão do motor é usinada e com uma nova geometria.

Tudo isso não é só para tornar o motor mais leve e resistente. Isso também gerou um aumento de potência, pequeno mas está ali, de 207 cv para 212 cv. O torque foi mantido em 11,5 mkgf. Outra novidade é que, segundo a BMW, há uma entrega melhor entre 6 mil e 15.100 rpm; uma faixa “particularmente relevante de giro para o uso em pista”, completa a marca.

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BMW M 1000 RR ganhou “asas” nas carenagens. Foto: Divulgação/BMW

Asas viram moda nas esportivas

No visual, é possível ver as novas asas que a carenagem recebeu. Como já ocorre com modelos como a Ducati Panigale V4 S e a Honda CBR 1000 RR-R, elas servem para aumentar a pressão aerodinâmica da moto. A BMW afirma que, além disso também melhorou a aceleração, frenagem e a estabilidade em curvas. A bolha também é maior, para dar melhor proteção ao piloto nas retas.

A BMW M 1000 RR usa o mesmo quadro de alumínio da S 1000 RR que cobre as laterais do motor. As suspensões foram melhoradas e tem nova configuração, graças a novas molas e partes da estrutura. As rodas são de fibra de carbono e os freios desenvolvidos pela própria M usando a experiência da marca no Mundial de Superbike. Tudo isso é para proporcionar mais confiabilidade na hora da frenagem e melhorar a percepção do piloto do contato dos pneus com o solo.

O painel de TFT colorido agora tem 6,5 polegadas e pode ser integrado aos sistemas de marcação de voltas e o de registro de telemetria. Como opcionais, a BMW M vai oferecer ainda o pacote M Competition que traz peças usinadas, de fibra de carbono e a corrente M Endurance, que de acordo com a BMW, não necessita de manutenção.

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BMW M 1000 RR tem 212 cv de potência máxima. Foto: Divulgação/BMW

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