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Conteúdo original Brasil Estadão

Mobilidade para quê?

Alunos projetam desafios e soluções para as cidades

Estudantes participam do Summit Mobilidade Urbana e destacam a importância de aprender e discutir os pormenores da mobilidade urbana

Lucas Lopes, especial para O Estado

07/06/2019 - 1 minuto, 27 segundos


Na foto alunos da escola Concept
Conscientização: Desde cedo, alunos debatem mobilidade. Foto: Werther Santana/Estadão

Preocupação com o futuro da cidade, sem deixar de pensar no presente. Esses foram os motivos que levaram alunos do 7º ano da Escola Concept, localizada no Jardim Paulista, a participarem do Summit Mobilidade Urbana 2019.

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Além de acompanhar todos os painéis, os estudantes enviaram perguntas aos palestrantes e, ao fim do evento, leram um manifesto de como imaginam e querem que seja a cidade ideal. “Desejamos que a mobilidade seja tão grandiosa quanto o respeito e a empatia”, disse Armindo Pinto, de 13 anos, ao ler o manifesto, em nome dos colegas de escola.

Os alunos escolheram o tema mobilidade dentre as metas de sustentabilidade da Organização das Nações Unidas, segundo a professora de ciências Milena Madeira e, de acordo com Armindo Pinto, toda turma está envolvida e comprometida com o tema.

Soluções. Fernando Araújo, de 12 anos, aponta a poluição como um dos efeitos colaterais nas questões de mobilidade e sugere algumas soluções. “Poderíamos investir mais em carros elétricos e carros inteligentes e menos poluentes.”

“É importante vermos esse assunto agora para que no futuro a gente tenha um pouco mais de conscientização, buscando também preservar o meio ambiente”, disse Armindo.

Prática. Para a professora Milena, as crianças são capazes de criar soluções e pensar inovações de relevância. A participação da turma no evento auxilia para que elas não deixem os conhecimentos adquiridos apenas na sala de aula.

“Precisamos aprender sobre isso para conseguir consertar os problemas. Daqui a pouco não vai dar pra andar mais de tantos carros que tem nas ruas. Precisamos dar importância para esse assunto”, completou Helena Omati, aluna de 11 anos.

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