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Rivaldo Leite

Vice-presidente comercial e de marketing da Porto Seguro

Mobilidade para quê?

Bikes ganham status na pandemia e também precisam ser seguradas

Aliadas à qualidade de vida e do meio ambiente, as bikes ganharam ainda mais relevância em um ano em que a saúde se tornou prioridade

30/03/2021 - 2 minutos, 35 segundos


bikes na pandemia
Foto: iStock

O olhar para a sustentabilidade vem se expandindo de forma considerável nos últimos anos tanto no âmbito social quanto no ambiental e no econômico. Um dos setores que ganharam força, principalmente em 2020, foi o da mobilidade, com a expansão do uso das bicicletas, que se tornaram uma alternativa para os transportes públicos em meio à pandemia.
As vendas de bicicletas aumentaram 118%, entre junho e julho do ano passado, em comparação ao mesmo período de 2019, segundo levantamento da Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike).

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Só em setembro de 2020, 89.200 unidades foram montadas, de acordo com a Abraciclo, entidade que representa as fabricantes de veículos de duas rodas, registrando crescimento de 39,6%, na comparação com agosto.
Mas a mudança não é tão recente. As bicicletas já vinham ganhando espaço nos últimos anos, no formato compartilhado. Muitas empresas do setor público e também do privado apostaram na bike como meio para atender às necessidades de locomoção. Assim, os programas de compartilhamento se tornaram opção de lazer, meio de transporte e instrumento de trabalho.

Recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como alternativa segura de mobilidade para evitar aglomerações, a bicicleta não só se tornou aliada à qualidade de vida e na contribuição com o meio ambiente, fatores esses que ganharam ainda mais relevância em um ano em que a saúde se tornou prioridade, mas também como alternativa econômica e rápida, diante dos gastos minimizados, tanto financeiros quanto de tempo.
Ao observar esses números, que indicam mudança no comportamento do brasileiro e de suas necessidades, se faz necessário olhar para a segurança do novo patrimônio. Assim como os carros e motos, as bicicletas também precisam ser protegidas. Em outubro de 2019, a Porto Seguro foi uma das seguradoras a investir no segmento, lançando um seguro exclusivo para o veículo, com garantias e serviços pensados para cada tipo de bicicleta e para o perfil de cada cliente.

Além de garantir cobertura para danos à bike, o seguro possibilita contratar coberturas para roubos, danos elétricos, responsabilidade civil, acidentes pessoais, entre outras, de forma a proporcionar maior segurança, liberdade e tranquilidade no momento da pedalada, seja para quem utiliza a bicicleta como meio de lazer, seja como transporte, seja como trabalho.
Outro fator importante para a proteção desses veículos é o aumento do consumo de bicicletas com alto valor agregado, utilizadas por ciclistas profissionais e amadores. Além de treinar pela cidade, muitos grupos costumam frequentar lugares mais afastados, como trilhas e estradas. O valor das bicicletas costuma ser mais elevado, o que coloca esses ciclistas em maior exposição quando falamos em roubo e até mesmo em caso de acidente.
A perspectiva, ainda com as incertezas do momento, é que a modalidade continue ganhando força diante dos novos hábitos adquiridos em prol da saúde e do bem-estar. A mobilidade aliada à sustentabilidade é uma alternativa que deve conquistar um número cada vez maior de pessoas.

Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do Estadão

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