Mobilidade para quê?

80% dos motoristas de carro por aplicativo já se vacinaram

Mesmo com avanço da vacina, uso da máscara e álcool em gel são os fatores considerados mais importantes para proteção, aponta pesquisa

1 minuto, 25 segundos de leitura

24/08/2021

Por: Daniela Saragiotto

Passageiro 99. Foto Divulgação 99
Cerca de 70% dos passageiros de transportes por aplicativo afirmam já terem tomado a vacina contra a Covid-19. Foto: Divulgação 99

Levantamento inédito feito pela Didi Chuxing/99 com pessoas de todo o Brasil revela que 80% dos motoristas e 70% dos passageiros de transportes por aplicativo afirmam já terem tomado a vacina contra a Covid-19. Destes, em torno de 58,6% dos condutores declaram ter tomado a primeira dose, e 23% afirmam estar com a imunização completa. Apesar disso, a maioria afirma que continua preocupada em se proteger contra o risco de contágio do vírus.

De acordo com a pesquisa, que foi feita pela 99 entre 26 de julho e 6 de agosto com 629 usuários de plataformas de transporte por app do mercado, as campanhas de conscientização são apontadas como principal fator de estímulo para o combate ao vírus (71,4%). Na sequência vêm monitoramento (45,1%) e aplicação de multas em quem desrespeitar as normas (32,1%).

Escolha pela segurança

Os veículos por aplicativo estão entre os meios de transporte mais seguros contra a pandemia, com 44,6% do total das respostas. Carro próprio (48,2%) e andar a pé (39,3%) também foram destaques, na segunda e terceira posição. Apesar da vacina, boa parte das pessoas permanece tão preocupadas quanto antes em relação ao contágio: são 42% dos passageiros e 45% dos motoristas.

Ações da empresa desde o início da pandemia

  • R$ 1.5 milhão investidos em álcool em gel e escudos de proteção que separam motoristas dos passageiros
  • Fundo de US$ 10 milhões aos motoristas e entregadores parceiros infectados pelo coronavírus
  • R$ 4 milhões disponibilizados para o transporte de profissionais de saúde e materiais apoiando os planos de vacinação nos municípios
  • R$ 3 milhões destinados para o Instituto Butatan, em São Paulo, e para a FioCruz, no Rio de Janeiro.

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