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Mobilidade para quê?

Final da placa influencia venda

Levantamento revela fatores que têm sido levados em conta na decisão de compra de automóveis

1 minuto, 52 segundos de leitura

25/05/2022

O estudo contou com a participação de 2.250 consumidores de todo o Brasil. Crédito: Getty Images

Para 79% dos motoristas brasileiros, o final da placa é um elemento importante na decisão de compra de um automóvel. Essa é uma das revelações de uma pesquisa recém-divulgada pela Webmotors, feita para entender o comportamento do consumidor em relação à escolha da placa do veículo. O estudo contou com a participação de 2.250 consumidores de todo o Brasil.

“Com a pandemia e muitas pessoas trabalhando remotamente, o final da placa ganhou ainda mais relevância”, analisa Cris Rother, diretora de marketing da Webmotors. Outro ponto importante, segundo ele, é a preferência pelas placas com final 1 e 2, que leva o proprietário a pagar a taxa de licenciamento no mês de julho. “Isso dá um respiro estratégico entre as muitas contas do início de ano e uma certa folga até as despesas tradicionais de dezembro”, completa.

Outros resultados

“Nossa pesquisa reforçou o que muitos já sabiam: 39% dos respondentes afirmam que a escolha da placa é um fator muito importante por conta do rodízio, algo que tem um grande impacto em uma grande metrópole como São Paulo”, acrescenta a executiva.

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Enquanto 31% afirmam escolher o número final por conta do licenciamento e 29% fazem os cálculos para que placas com final 9 e 0 não fiquem próximas ao pagamento do IPVA. Somente 5% declararam que escolhe a placa baseada em crenças (números da sorte, etc).De acordo com a pesquisa, 35% dos participantes escolhem o número final da placa principalmente pensando no rodízio, enquanto 31% dos entrevistados afirmaram preferir avaliar qual o melhor mês para quitar o licenciamento. Já um grupo de 29% declara fazer os cálculos para que as despesas com os finais 9 e 0 não fiquem próximas ao vencimento do IPVA, imposto pago no início do ano seguinte.

O estudo sondou, também, como os motoristas se locomovem nos dias de rodízio. Se enquadrar nos horários permitidos foi apontado como solução por 26% dos entrevistados. Do total, uma pequena parcela, ou 26%, também revelaram ter em seu domicílio um segundo carro com final de placa diferente. O uso de aplicativos de mobilidade é opção para 15% dos entrevistados e apenas 5% utilizam outros meios de transporte como bicicletas ou mesmo carona.

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