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Nova Suzuki Hayabusa chega ao Brasil por R$ 124,5 mil

Terceira geração do modelo começa a ser vendido na segunda quinzena de agosto; veja tudo que mudou na hiperesportiva japonesa

3 minutos, 28 segundos de leitura

02/08/2022

Por: Arthur Caldeira

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Para atender às atuais leis de emissão de poluentes, nova Hayabusa perdeu potência, mas ainda chega aos 299 km/h. Fotos: Divulgação/Suzuki

Um dos lançamentos mais aguardados para este ano, a nova Suzuki Hayabusa finalmente chega ao Brasil. A terceira geração da esportiva japonesa estará disponível nas concessionárias da marca a partir da segunda quinzena de agosto em três opções de cores pelo preço sugerido de R$ 124.500.

A Hayabusa, que já deteve o título de moto mais rápida do mundo ao superar os 300 km/h, não sofria alterações desde 2008. Contudo, para o modelo 2023, a GSX 1300R Hayabusa teve seu design renovado, ganhou mais eletrônica e sofreu modificações internas no seu motor de quatro cilindros em linha e 1.340 cm³ para atender às novas leis de emissão de poluentes Euro 5. Com isso, a “hiperesportiva” perdeu potência, passando de 197 cv para 190 cv. Entretanto, a Suzuki garante que a moto ainda chega aos 299 km/h de velocidade máxima!

O que mudou na nova Hayabusa 2023

Embora tenha mantido sua identidade visual, com linhas arredondadas, a nova Hayabusa teve sua silhueta reduzida e parece mais esbelta que as gerações anteriores. As novas carenagens e entradas de ar prometem manter o bom desempenho aerodinâmico, característico do modelo. E alcançou, segundo a Suzuki, um dos menores coeficientes de arrasto da categoria.

Suzuki GSX 1300R Hayabusa ganhou silhueta mais esbelta, mas manteve sua identidade visual

O conjunto óptico dianteiro, agora de LED, está menos arredondado e segue as linhas da família de esportivas GSX da Suzuki. As setas foram embutidas nas luzes de rodagem diurna (DRL). Na traseira, a lanterna ficou menor e também usa LEDs.

A “Busa”, como é conhecida pelos seus fãs, manteve as duas saídas de escapamento que conferem um visual volumoso, porém harmônico ao modelo. As ponteiras agora têm formato retangular e trazem catalisadores, para restringir a emissão de gases.

O motor manteve a mesma base da segunda geração: quatro cilindros em linha, DOHC, 16 válvulas, arrefecimento líquido e 1.340 cm³ de capacidade. A Suzuki afirma ter feito diversas mudanças internas, não só para atender às leis de emissão, mas também para aprimorar a entrega de torque e potência em médios e baixos regimes.

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Em função das mudanças no motor, os números de desempenho “pioraram”. O motor agora produz 190 cv de potência máxima a 9.700 rpm, contra 197 cv da geração anterior. O torque é de 15,3 kgf.m a 7.000 giros. Bons números para qualquer motocicleta, mas um pouco decepcionante para os dias atuais.

Por outro lado, a Suzuki instalou um acelerador eletrônico (ride-by-wire) que, finalmente, permitiu a adoção do que há demais moderno em termos de controles eletrônicos e sistemas de auxílio à pilotagem.

Suzuki adota sistema de condução inteligente

Mesmo com certo atraso perante às esportivas concorrentes, a Suzuki investiu forte no pacote tecnológico da nova Hayabusa. Adotou uma unidade de medição inercial (IMU), que monitora a posição da moto em seis eixos. Isso permite uma atuação mais precisa dos inúmeros controles eletrônicos da moto.

Painel da nova Hayabusa: esportiva ganhou diversos controles eletrônicos

A principal novidade fica por conta da nova geração do Suzuki Drive Mode Selector (SDMS), um seletor do modo de pilotagem. Batizado de “alfa”, o SDMS agora integra de forma simples, a entrega de potência, o controle de tração, o sistema anti-wheeling, os freios ABS combinados, o freio motor e até um assistente de partida em subidas.

Como flutua entre uma superesportiva e uma sport-touring, a Hayabusa agora conta com Cruise Control (piloto automático), item muito útil para quem pretende fazer longas viagens com o modelo. Vale destacar também o quick-shift bidirecional, que permite subir ou reduzir marchas sem o uso da embreagem.

Tudo é informado no painel, que manteve o mesmo layout analógico com quatro mostradores redondos, mas ganhou em uma pequena tela de TFT ao centro. Com leitura digital, a tela informa a marcha engatada, o nível de entrega de potência, o controle de tração, o modo de pilotagem e até mesmo a inclinação da moto em curvas.

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