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Ônibus em SP circulam normalmente após suspensão da greve

Por: Fellipe Gualberto, especial para o Mobilidade . Há 14 dias
Mobilidade para quê?

Ônibus em SP circulam normalmente após suspensão da greve

Paralisação foi cancelada após negociações na noite de terça-feira; mesmo com o fim da greve, rodízio continua suspenso

2 minutos, 4 segundos de leitura

03/07/2024

Por: Fellipe Gualberto, especial para o Mobilidade

Estações de trem ficaram mais cheias do que o normal durante a manhã, mesmo sem a greve. Foto: Freepik

A ameaça de greve de ônibus para hoje (3 de julho) deixou os terminais de ônibus paulistanos com pouco movimento e as estações de trem lotadas durante a manhã. Os ônibus em SP circulam normalmente após a suspensão da paralisação, que ocorreu por volta das 22h00 da terça-feira (2 de julho) depois de reunião do sindicato e das empresas com Milton Leite, presidente da Câmara dos Vereadores.

O rodízio de veículo de acordo com o número final da placa continua suspenso na capital em 3 de julho, mesmo sem greve de ônibus. Sendo assim, apenas hoje os carros com placas de final 5 e 6 podem circular livremente pelo centro expandido sem receber multas.

Saiba mais: Greve de ônibus em SP é suspensa; sindicato dos motoristas cancela paralisação

Os trens e metrôs na capital também operam normalmente. Algumas estações tiveram mais passageiros do que o normal durante a manhã devido a usuários desavisados sobre o cancelamento da greve de ônibus.

Por fim, a categoria dos trabalhadores de transporte público rodoviário de São Paulo conta com cerca de 62 mil empregados que trabalham em 39 garagens, de acordo com dados da assessoria do sindicato. Todos esses funcionários devem trabalhar normalmente hoje.

Reivindicações atendidas

A greve de ônibus em SP foi suspensa após o sindicato patronal concordar em atender algumas das reivindicações dos trabalhadores. Dentre elas, a redução da jornada de trabalho para 6h30 por dia com 30 minutos de almoço remunerados.

A nova jornada, no entanto, deve começar apenas após um período de transição. As empresas de transporte pedem o prazo para homologar no Tribunal Regional do Trabalho a decisão e evitar processos.

”Aquilo que mais preocupava a categoria era a questão da redução da jornada de trabalho e a uma hora de refeição não remunerada. Conseguimos ter esse avanço”, afirma Edivaldo Santiago, presidente do sindicato.

Ao mesmo tempo, o vale alimentação da categoria foi elevado de R$ 33,37 para R$ 35,50. Os motoristas, cobradores e demais trabalhadores também irão receber aumento salarial de 3,6%, apesar de terem pedido correção de 3,69% mais aumento real de 5%.

De acordo com nota publicada no site do sindicato: “Na próxima quarta-feira, 10 de julho, haverá uma reunião entre o presidente da Câmara, Milton Leite, representantes do Sindicato e membros do setor patronal para formalizar as propostas acertadas na reunião”.

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