Mobilidade para quê?

Programa vai entregar R$ 100 mil para projetos de fomento ao uso da bike

A segunda edição do “Vai Longe”, promovido pela Tembici com o apoio da Transporte Ativo, já está recebendo inscrições

2 minutos, 23 segundos de leitura

21/04/2022

Por: Redação Mobilidade

projetos de fomento ao uso da bike
Interessados podem se inscrever até 01/05 e os resultados serão divulgados no dia 13/05. Foto: Getty Images

O “Vai Longe”, programa de aceleração de projetos que promovem e estimulam o uso da bicicleta nas cidades, chega a sua segunda edição este ano. E com o dobro de verba disponível: R$100 mil, que poderá ser dividida por até quatro projetos. Em 2021, foram inscritos 40 projetos e três selecionados. 

Nesta edição, a nova categoria Transformação das Cidades se junta às outras duas já existentes, Educação e Conscientização e Promoção ao Uso da Bicicleta. O “Vai Longe” é parte da agenda ESG da Tembici, em parceria com a Associação Transporte Ativo, organização da sociedade civil voltada para qualidade de vida por meio da utilização de meios de transportes à propulsão humana.

“Acreditamos muito no potencial de projetos que podem ampliar o uso da bike e queremos dar a oportunidade de saírem do papel e fazerem a diferença para cada vez mais pessoas e para as cidades”, diz comenta Carolina Rivas, CIO da Tembici, responsável pelos assuntos de impactos ambientais da empresa.

Como se inscrever

Interessados podem se inscrever até 01/05 e os resultados serão divulgados no dia 13/05. Podem participar pessoas físicas ou jurídicas, sendo grupos, coletivos ou classe acadêmica com projetos ainda não iniciados ou com início nos últimos 12 meses, que sejam concluídos em 2022, voltados à temática do programa. Confira todas as regras e se inscreva aqui

Além do cumprimento dos requisitos de documentação e adequação ao escopo de atuação, o comitê de especialistas da Tembici e da Transporte Ativo, utilizarão para os critérios de avaliação: viabilidade técnica, viabilidade financeira, diversidade e acessibilidade, potencial de impacto, sustentabilidade, criatividade e inovação. 

Os projetos vencedores da primeira edição

O “BikeFavela – Oficina de ciclocidadania” tem como objetivo fomentar um uso empoderador da bicicleta entre públicos socialmente vulneráveis. Não se trata apenas de ensinar a pedalar nas cidades, mas sim, de formar pessoas “ciclocidadãs”. Para isso, estão sendo formados seis ciclos de formação com turmas prioritariamente compostas por residentes das favelas da região, mulheres, pessoas negras, com mais de 50 anos e comunidade LGBTQI+.

O projeto “Bike Anjas Multiplicadoras – Formação virtual para mulheres” também venceu a categoria Educação e Conscientização. O objetivo é instruir mulheres a pedalarem de acordo com as leis de trânsito e oferecer dicas de conforto e segurança com ciclistas experientes, por meio de ações e cursos de capacitação.

E na categoria que promove o uso da bicicleta, o “Roteiro Digital – Autoguiado da La Ursa Tour”, com operação em Recife, visa a automatização de pedaladas guiadas utilizando bicicletas compartilhadas com orientações e dicas por meio de gravações e textos, além de informações históricas.

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